O mar é ótimo. O que às vezes vem com ele — nem tanto.
O sol, a areia quente e a água do mar são algumas das melhores partes do verão. Mas com eles vêm alguns riscos que raramente pensamos antecipadamente: água contaminada, higiene insuficiente, comida deixada durante horas ao calor e microrganismos que podem transformar as férias em alguns dias desagradáveis.
O problema de saúde mais comum relacionado com a água para nadar é a diarreia. A causa é geralmente a ingestão mesmo de uma pequena quantidade de água contendo microrganismos como norovírus, Giardia, Cryptosporidium, Shigella ou certos tipos de E. coli.
Como é que os microrganismos chegam até nós?
A água não precisa de parecer suja para estar contaminada. Os agentes microscópicos causadores de infeções intestinais não são visíveis a olho nu.
A contaminação pode estar relacionada com águas residuais, transbordamento de esgotos, escoamento da chuva, resíduos animais ou a presença de muitas pessoas na água. Nadar imediatamente após uma forte chuva, perto de tubos e canais de drenagem ou em águas rasas e com pouca circulação pode aumentar o risco de contacto com patogénicos intestinais.
A contaminação nem sempre ocorre diretamente pela água do mar. Microrganismos podem ser transferidos para as mãos através da areia, casas de banho públicas, pegas, espreguiçadeiras ou brinquedos das crianças, e depois levados à boca e à comida.
1. Não engula água do mar
Uma das medidas de proteção mais importantes e simples é: não engolir a água onde nada.
Mesmo uma pequena quantidade de água contaminada pode conter microrganismos suficientes para causar sintomas gastrointestinais. Isto é especialmente importante para crianças pequenas, que tendem a engolir mais água enquanto brincam.
2. Evite nadar após chuva forte
Após chuvas intensas, a água da chuva pode arrastar poluentes das ruas, solo, sistemas de esgoto e canais para o mar. Por isso, é sensato evitar nadar imediatamente após uma forte chuva, especialmente perto de tubos de drenagem, portos e locais com pouca circulação de água.
Acompanhe também os comunicados oficiais sobre a qualidade da água. Os avisos temporários para evitar banhos não devem ser ignorados.
3. Lave as mãos antes de comer
As toalhitas húmidas são práticas, mas não substituem totalmente a lavagem com água e sabão. Isto é especialmente importante para microrganismos como o norovírus e o Cryptosporidium, contra os quais os desinfetantes para as mãos podem não ser suficientemente eficazes.
Quando possível, lave as mãos com sabão durante pelo menos 20 segundos após usar a casa de banho, trocar fraldas de bebé e antes de comer. O desinfetante pode ser uma medida adicional, mas não substitui completamente a lavagem.
4. Não subestime a comida na praia
Em tempo quente, as bactérias nos alimentos podem multiplicar-se muito mais rapidamente. Devemos ter especial cuidado com carne, produtos lácteos, ovos, sanduíches, frutas cortadas, saladas e refeições prontas.
Os alimentos frios devem ser armazenados numa bolsa térmica com gelo suficiente ou refrigeradores. Produtos perecíveis não devem ficar fora do frigorífico por mais de duas horas, e a temperaturas acima de aproximadamente 32°C, por mais de uma hora.
As regras básicas da Organização Mundial da Saúde são simples: mantenha a limpeza, separe alimentos crus dos cozinhados, cozinhe o suficiente, conserve os alimentos a temperaturas seguras e use água segura e ingredientes de qualidade.
5. Não entre na água se tiver diarreia
Uma pessoa com diarreia ativa não deve entrar no mar, piscina ou outra água para nadar. Isso reduz o risco de os microrganismos serem transmitidos a outras pessoas.
A mesma regra aplica-se às crianças. A fralda para natação não é uma barreira confiável contra os microrganismos causadores de infeções microscópicas.
Qual é o papel dos probióticos?
O probiótico não purifica água contaminada, não elimina todos os patógenos e não substitui a higiene. As medidas preventivas mais importantes continuam a ser água segura, mãos limpas e armazenamento adequado dos alimentos.
Os probióticos podem fazer parte de uma abordagem mais ampla para manter o microbioma intestinal e o equilíbrio digestivo. No entanto, os resultados científicos são específicos para estirpes e combinações concretas. Análises sistemáticas mostram que certas estirpes e misturas probióticas podem reduzir o risco de diarreia do viajante em comparação com placebo, mas o efeito varia significativamente entre produtos e as pesquisas disponíveis ainda são limitadas.
Em outras palavras: nem todos os probióticos são iguais e mais bilhões não garantem automaticamente um melhor resultado clínico. Importam as estirpes utilizadas, a sua combinação, a quantidade de microrganismos vivos e a sua capacidade de alcançar o ambiente intestinal.
O que distingue o GutExpert® Advanced Probiotic Complex?
GutExpert® Advanced Probiotic Complex foi criado como uma fórmula de alta concentração e amplo espectro, e não como um produto padrão de uma ou duas estirpes.
50 estirpes probióticas cuidadosamente selecionadas
A fórmula combina representantes de diferentes grupos de microrganismos, entre os quais:
Lactobacillus
Bifidobacterium
Streptococcus thermophilus
Lactococcus
Bacillus/Weizmannia
Saccharomyces boulardii
Isto permite uma abordagem complexa a diferentes partes da microbiota intestinal, em vez de depender apenas de um tipo de microrganismo.
200 mil milhões de UFC na dose diária
A fórmula fornece 200 mil milhões de unidades formadoras de colónias na dose diária recomendada. Isto posiciona-a como um suplemento probiótico de alta concentração, destinado a períodos em que se procura um apoio mais intensivo ao equilíbrio intestinal.
Combinação de bactérias e levedura probiótica
GutExpert® inclui não só várias bactérias lácticas, mas também Saccharomyces boulardii. Para certas estirpes deste tipo existem dados clínicos relacionados com a diarreia do viajante, embora os resultados de uma estirpe específica não possam ser automaticamente aplicados a qualquer outra fórmula.
Cápsula de libertação retardada
A cápsula foi desenvolvida para ajudar a proteger o conteúdo durante a passagem pelo estômago e a sua chegada ao ambiente intestinal.
Fórmula limpa e prática
De acordo com a especificação do produto, GutExpert® Advanced Probiotic Complex não contém açúcar adicionado, lactose, glúten nem OGM. É produzido na UE numa unidade certificada GMP e HACCP.
Estas características não provam que o produto é “melhor do que absolutamente todos os outros probióticos”, mas mostram porque se destaca como uma das fórmulas mais complexas em termos de número de estirpes, diversidade e concentração declarada.
Quando deve procurar um médico?
A maioria dos desconfortos gastrointestinais leves desaparece, mas é necessária ajuda médica em caso de:
sangue nas fezes;
febre alta;
vómitos frequentes ou contínuos;
fortes dores abdominais;
sinais de desidratação;
diarreia que dura mais de dois a três dias.
Em crianças, idosos, grávidas e pessoas com doenças crónicas, a desidratação pode ocorrer mais rapidamente e a consulta não deve ser adiada.
Melhor preparado do que desagradavelmente surpreendido
Nenhum produto pode substituir uma boa higiene e um comportamento sensato na praia. A melhor abordagem é a combinação de:
escolha cuidadosa do local para nadar, comida segura, mãos limpas, evitar engolir água e cuidado diário com o equilíbrio intestinal.
GutExpert® Advanced Probiotic Complex oferece 50 estirpes, 200 mil milhões de UFC e uma fórmula de amplo espectro, criada para pessoas que não querem depender do mínimo.
A proteção solar não é a única preocupação para o verão.
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